Barra do Garças – MT – 21 de fevereiro de 2024
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Secretária-geral do Itamaraty diz que priorizará diversidade na gestão


Maria Laura da Rocha
Reprodução: Agência Senado – 04/01/2023

Maria Laura da Rocha

A embaixadora Maria Laura da Rocha assumiu o cargo de secretária-geral do Ministério das Relações Exteriores nesta quarta-feira (04) e afirmou, em cerimônia, que o momento é de renascimento do Brasil para o mundo. A função no governo de Jair Bolsonaro (PL) era do embaixador Fernando Simas Magalhães.

Ela disse que irá priorizar a reconstrução de pontes com a comunidade internacional e o aumento da inclusão e da diversidade na carreira diplomática. 

“Vamos cuidar para que o Itamaraty seja um ator engajado, em parceria com outros órgãos e com a sociedade civil, para ampliar o número de mulheres, negras e negros, pessoas menos favorecidas e candidatos de todas as regiões do país recrutados para as nossas carreiras”, disse a diplomata.

Maria Laura afirmou ainda que pretende conseguir a reaproximação da  América do Sul, Caribe, África, Ásia, Europa e Estados Unidos.

“O Brasil terá de reconstruir pontes com países e grandes foros de debate, a começar pela sua própria região sul-americana e na América Latina e Caribe, além de colocar em marcha uma nova dinâmica no relacionamento com a África, com a Ásia e com parceiros prioritários como a Europa, os Estados Unidos, a China e os demais membros do Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul)”, disse a nova secretária-geral do Itamaraty.

O ministro das Relações Exteriores escolhido pelo presidente Lula da Silva (PT) , Mauro Vieira, disse durante a posse da pasta, no dia 2 de janeiro, que Maria Laura irá desempenhar um papel fundamental na execução da nova política externa.

O chefe da pasta realizou um discurso alinhado com a número 2 do ministério, enfatizando que lutará por uma gestão mais inclusiva. Segundo ele, uma das prioridades será acabar com a perseguição a funcionários por razões ideológicas e por orientação sexual. 

“A maior presença de colegas negras e negros, mulheres, indígenas, pessoas LGBTQI+, pessoas com deficiência, e pessoas oriundas de distintas regiões do Brasil constitui o alicerce maciço sobre o qual se assenta a própria democracia”, afirmou Vieira.

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Fonte: IG Política





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